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O Colóquio sobre Educação Musical Especial e Inclusão, aberto ao público, será realizado no Auditório do Instituto de Linguagens – UFMT -, nos dias 01 e 05 de julho de 2010, as 14:00 h. Tem como objetivo discutir questões relativas à aprendizagem musical de alunos, ao desafio da inclusão na educação musical escolar, à formação dos educadores, ao apoio pedagógico e as adaptações necessárias para alunos com necessidades especiais.

No dia 05 contará com duas apresentações musicais de alunos da APAE Cuiabá e da Escola Estadual de Educação Especial Célia Rodrigues Duque de Várzea Grande.

O evento é promovido pelo Departamento de Artes e pelo Núcleo de Inclusão e Educação Especial – NIEE, cuja equipe de organização e execução é composta pelos seguintes alunos do Curso de Licenciatura em Música: Alecssandro Leandro da Silva, Alessandro Correa da Silva, Carlos Renato Leite, Carolina Miranda Barros, Carminda Luzia de Almeida, Damaris P. da Trindade Nobre, Edislene Conceição dos Reis, Fabiana Borges Louredo, Ivete M. Laux Perón, Josemeri Arruda Crispim, Kalinca N. de Souza Araújo, Luciano N. Campbell Pena, Renan Ribeiro Moraes e William Ortega Ferreira.

INFORMAÇÕES
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local do evento, no dia 01 de Julho das 13:30 as 14:00 h. Os participantes com 100% de frequência terão direito ao certificado.

Coordenação:
Profª Eda do Carmo Pereira Garcia – edadocarmo@terra.com.br
65 3615-8406 e 65 3615-8427

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… O tempo é algo que não volta atrás…
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores …

(William Shakespeare)

Recomendo:

 

“GATOS, BOCAS & DIVAS” – O SHOW

Esse é o nome do show-concerto que marca o tão esperado encontro do Boca de Matilde e Alma de Gato. Os dois grupos vocais mais badalados da cidade vão finalmente se encontrar no palco do Teatro do Sesc Arsenal de 2 a 4 de julho de 2010. A espectativa é muito grande e os fãs já se mobilizam para garantir ingresso neste espetáculo, que deverá ter todas as 3 sessões completamente lotadas.

Além das belas vozes do Alma de Gato e do Boca de Matilde, os dois grupos apresentam 5 cantoras especialmente convidadas, que são verdadeiras divas na arte de cantar: do Rio de Janeiro virá a contralto Jane Acosta, de Brasília a soprano Clara Beatris e de Cuiabá a soprano Laís Epifânio, a mezzo soprano Maidi Dickmann e a contralto Rita Cássia. Todas elas têm uma história importante no cenário musical cuiabano e são muito queridas do público que, certamente, deve estar com saudades de ouvir essas lindas vozes.

O show-concerto “Gatos, Bocas & Divas” abre com “O Canto das Divas”, uma vinheta musical especialmente arranjada por Gilberto Nasser e Jefferson Neves para as cinco cantoras, que surgem maravilhosas quando se abre o pano e dão o tom de grandiosidade ao espetáculo. Entre as performances do Boca e do Alma, que trazem um repertório surpreendente, ouviremos solos emocionantes com as cinco divas: “Segue o Teu Destino” com texto de Fernando Pessoa e música de Sueli Costa; “Habanera” da ópera “Carmem” de George Bizet; “Cara Valente” de Marcelo Camelo e que foi sucesso na voz de Maria Rita; “Hino ao Amor” de Edith Piaf e “Canción de Mar” no melhor estilo portenho. No final, os dois grupos se juntam para cantar “Cores Vivas” de Gilberto Gil e “Na Carreira” de Edu Lobo e Chico Buarque.

Quem for a este show-concerto, também vai ouvir uma peça erudita contemporânea do compositor cuiabano Gilberto Nasser, que é neto da compositora Zulmira Canavarros e também canta e faz a direção cênica no Alma de Gato. Trata-se da “Missa Florida” em 5 partes: Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus-Benedictus e Agnus Dei, totalmente à capela. A obra é dedicada em memória de Floriano Nasser, pai do compositor. Não existe uma pesquisa sobre este tema, mas talvez seja esta a primeira e única “missa” composta por um compositor cuiabano. Gilberto é físico de formação e músico autodidata.

Neste espetáculo, Alma de Gato e Boca de Matilde homenageiam três grandes nomes da música vocal em Mato Grosso, dedicando o show “Gatos, Bocas & Divas” a Benedito Epitácio França, Carlos Taubaté e Naíse Santana. Um tributo mais do que justo a esses mestres e amigos que dignificam a arte de cantar.

Mais informações:

www.almadegato.com ou Miaufone : 65 8401-2126


Se tu me amas,
ama-me baixinho.

   Não o grites de cima dos telhados
   Deixa em paz os passarinhos.

      Deixa em paz a mim!

         Se me queres,
         enfim,

            tem de ser bem devagarinho,
            Amada,

               que a vida é breve,
               e o amor
               mais breve ainda…

Mário Quintana

Capa disco

Parceria interessante esta: Chico Buarque e Vinícius de Moraes. Cada um em um lugar diferente, mas juntos. Para enriquecer ainda mais esta parceria, entrou na história o Toquinho, fazendo a harmonia da música.

Leia abaixo, duas cartas que foram cedidas por Chico Buarque a Caique Botkay, que as publicou no livro “Achados”, uma coletânea de coisas que jamais seriam publicadas. Todas são inéditas e não estão publicadas em nenhum outro lugar.

Trata-se do processo de composição da canção “Valsinha”, de 1971.
_________________________

DE VINÍCIUS DE MORAES PARA CHICO BUARQUE

Mar del Plata, 24 de janeiro de 1971

Chiquérrimo,

Dei uma apertada linda na sua letra, depois que você partiu, porque achei que valia a pena trabalhar mais um pouquinho sobre ela, sobre aqueles hiatos que havia, adicionando duas ou três idéias que tive. Mandei-a em carta a você, mas Toquinho, com a cara mais séria do mundo, me disse que Sérgio[Buarque de Hollanda] morava em Buri, 11, e lá se foi a carta para Buri, 11. Mas, como você me disse no telefone que não tinha recebido, estou mandando outra para ver se você concorda com as modificações feitas.

Claro que a letra é sua, e eu nada mais fiz que dar uma aparafusada geral. Às vezes o cara de fora vê melhor essas coisas. Enfim, porra, aí vai ela. Dei-lhe o nome de “Valsa hippie”, porque parece-me que tua letra tem esse elemento hippie que dá um encanto todo moderno à valsa, brasileira e antigona. Que é que você acha? O pessoal aqui,no princípio, estranhou um pouco, mas depois se amarrou na idéia.

Escreva logo, dizendo o que você achou.

Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a dum jeito mais quente do que comumente costumava olhar
E não falou mal da poesia como mania sua de falar
E nem deixou-a só num canto; pra seu grande espanto disse: vamos nos amar…

Aí ela se recordou do tempo em que saíam para namorar
E pôs seu vestido dourado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como a gente antiga costumava dar
E cheios de ternura e graça foram para a praça e começaram a bailar…
E logo toda a vizinhança ao som daquela dança foi e despertou
E veio para a praça escura, e muita gente jura que se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouviam mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu em paz.

DE CHICO BUARQUE PARA VINÍCIUS DE MORAES

Caro poeta,

Recebi as duas cartas e fiquei meio embananado. É que eu já estava cantando aquela letra, com hiato e tudo, gostando e me acostumando a ela.

Também porque, como você já sabe, o público tem recebido a valsinha com o maior entusiasmo, pedindo bis e tudo. Sem exagero, ela é o ponto alto do show, junto com o “Apesar de você”. Então dá um certo medo de mudar demais. Enfim, a música é sua e a discussão continua aberta. Vou tentar defender,por pontos, a minha opinião. Estude o meu caso, exponha-o a Toquinho e Gesse, e se não gostar foda-se, ou fodo-me eu.

“Valsa hippie” é um título forte. É bonito, mas pode parecer forçação de barra, com tudo que há de hippie por aí. “Valsa hippie” ligado à filosofia hippie como você a ligou, é um título perfeito. Mas hippie, para o grande público, já deixou de ser filosofia para ser a moda pra frente de se usar roupa e cabelo. Aí já não tem nada a ver.

Pela mesma razão eu prefiro que o nosso personagem xingue ou, mais delicado, maldiga a vida, em vez de falar mal da poesia. A sua solução é mais bonita e completa, mas eu acho que ela diminui o efeito do que se segue. Esse homem da primeira estrofe é o anti-hippie. Acho mesmo que ele nunca soube o que é poesia. É bancário e está com o saco cheio e está sempre mandando sua mulher à merda. Quer dizer, neste dia ele chegou diferente, não maldisse (ou “xingou” mesmo) a vida tanto e convidou-a pra rodar. “Convidou-a pra rodar” eu gosto muito, poeta, deixa ficar. Rodar que é dar um passeio e é dançar. Depois eu acho que, se ele já for convidando a coitada para amar, perde-se o suspense do vestido no armário e o tesão da trepada final. “Pra seu grande espanto”, você tem razão, é melhor que “para seu espanto”. Só que eu esqueci que ia por itens.

Vamos lá: Apesar do Orestes (vestido de dourado é lindo), eu gosto muito do som do vestido decotado. É gostoso de cantar vestido decotado. E para ficar dourado, o vestido fica com o acento tendendo para a primeira sílaba. Não chega a serum acento, mas é quase. Esse verso é, aliás, o que mais agrada, em geral. E eu também gosto do decotado ligado ao “ousar” que ela não queria por causa do marido chato e quadrado.

Escuta, ô poeta, não leva a mal a minha impertinência, mas você precisava estar aqui para ver como a turma gosta, e o jeito dela gostar dessa valsa, assim à primeira vista. É por isso que estou puxando a sardinha mais para o lado da minha letra, que é mais simplória, do que pelas suas modificações que, enriquecendo os versos,talvez dificultem um pouco a compreensão imediata. E essa valsinha tem um apelo popular que nós não suspeitávamos. Ainda baseado no argumento acima, prefiro o “abraçar” ao “bailar”. Em suma, eu não mexeria na segunda estrofe. A terceira é a que mais me preocupa. Você está certo quanto ao “o mundo” em vez de “a gente”. Ah, voltando à estrofe anterior, gostei do último verso onde você diz “e cheios de ternura e graça” em vez de “e foram-se cheios de graça”. Agora, estou pensando em retomar uma idéia anterior,quando eu pensava em colocá-los em estado de graça. Aproveitando a sua ternura, poderíamos fazer “Em estado de ternura e graça foram para a praça e começaram a se abraçar”. Só tem o probleminha da junção “em-estado”, o”em-e” numa sílaba só. Que é o mesmo problema do “começaram-a”. Mas você mesmo disse que o probleminha desaparece dependendo da maneira de se cantar. E eu tenho cantado “começaram a se abraçar” sem maiores danos. Enfim, veja aí o que você acha de tudo isso, desculpe a encheção de saco e responda urgente.

Há um outro problema: o pessoal do MPB-4 está querendo gravar essa valsa na marra. Eu disse que depende de sua autorização e eles estão aqui esperando. Eu também gostaria de gravar, se o senhor me permitisse, por que deu bolo com o “Apesar de você”, tenho sido perturbado e o disco deixou de ser prensado. Mas deu para tirar um sarro. É claro que não vendeu tanto quanto a “Tonga”, mas a “Banda” vendeu mais que o disco do Toquinho solando “Primavera”. Dê um abraço na Gesse, um beijo no Toquinho e peça à Silvana para mandar notícias sobre shows etc. Vou escrever a letra como me parece melhor. Veja aí e, se for o caso, enfie-a no ralo da banheira ou noutro buraco que você tiver à mão.

Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a dum jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto convidou-a pra rodar
Então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda a cidade enfim se iluminou
E foram tantos beijos loucos
Tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu
Em paz.

Esta é uma música especial e ao mesmo tempo um estímulo a fazer diferente. Despertar em si o que deseja do outro, faz toda diferença… 

Valsinha

(Vinicius de Moraes – Chico Buarque)

Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a dum jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto convidou-a pra rodar
Então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda a cidade enfim se iluminou
E foram tantos beijos loucos
Tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu
Em paz

__________________

Dois vídeos interessantes:

. Instrumental – violão. Arranjo de Marco Pereira e executado por César Amaro

. Com letra e música – emocionante!!!

Amigos, abaixo a programação de um curso que eu gostaria muito de participar.

Se você puder, participe!!!

CURSO DE AROMATERAPIA

 

DIAS 19 e 26 de JUNHO de 2010.

LOCAL: Logos Estudos e Consultoria – Icaraí, Niterói – RJ – Brasil TEL de CONTATO: 21 2711-6066 (Nelma Guerra)

E-MAILs: nelmaguerra5@uol.com.br

SERÃO 2 SÁBADOS COM OITO HORAS DE DURAÇÃO CADA.

CONTEÚDOS: Curso Básico de Aromaterapia – 16H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

PROGRAMA: • Bases de Aromaterapia • Aspectos históricos e panorama mercadológico atual; • Noções botânicas e farmacológicas;• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores: – Formas de extração de óleos – Características fisico-químicas – Óleo essencial x essência – Óleo carreador não refinado x refinado – Propriedades terapêuticas gerais • Veículos empregados em aromaterapia;o • Formas de administração terapeutica de óleos; • Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos). • Lei das sinergias; • Taxas de Evaporação; • Limitações e Contra-indicações; • Formulações básicas; OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas; Todos as preparações ocorridas em aula ficam com os alunos; Rica apostila e certificado inclusos.

INVESTIMENTO: R$300,00 que poderão ser divididos em 3 vezes com cheques pré datados.

FACILITADOR: terapeuta corporal e naturopata ARNALDO V. CARVALHO Autor do livro: “Shiatsu Emocional”, fundador e administrador do site e blog Aromatologia e Aromaterapia. Ministra cursos relacionados à saúde natural, inclusive aromaterapia em diversos estados do Brasil e exterior.

Visite:

www.portalverde.com.br

http://portalverde.wordpress.com

www.aromatologia.com.br

http://aromatologia.wordpress.com

www.shiatsuemocional.com.br

www.arnaldovcarvalho.com

por Suzy Belai

Através das mãos conhecemos o mundo e nos relacionamos com ele. Elas falam e também sentem.

Sua forma, sinais, textura, expressão, dizem muito sobre quem somos. Um aperto de mão, por exemplo, fala sobre nós e recebemos informações sobre a outra pessoa, principalmente porque estão nelas o sentido do tato em sua forma mais desenvolvida.

Muitas terapias se utilizam das mãos para promover o bem estar, seja através do toque e/ou da energia que ela transmite.

Em nossas mãos, assim como vimos nos pés em um post anterior, estão ainda tudo sobre quem somos e o que está acontecendo e/ou aconteceu conosco – como está nossa saúde, como é nossa personalidade, entre outros.

Para conhecer mais, adicionei dois vídeos interessantes sobre a leitura das mãos, com Chris Allmeida, da UNIDARMA. Está numa linguagem acessível e prática. Divirta-se!

Começa nesta segunda-feira, em Cuiabá, a 6º Exposição das belas telas da artista plástica Ana Eliza Sales – uma pessoa sensível que encontrou na arte um caminho para expressar o que há de mais belo em seu mundo interior e o que há em sua volta.

Acontecerá no período de 7 a 11 de junho, na Assembléia Legislativa, das 8h às 17h – entrada gratuita.

Vale conferir!!!

Todos os homens estão presos em uma inescapável rede de mutualidade, atados em uma única veste do destino. O que afeta um diretamente, afeta a todos indiretamente. Nunca poderei ser o que devo ser até que você seja o que você deve ser. E você nunca poderá ser o que deve ser, até que eu seja o que devo ser.

(Martin Luther King)

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